Temperaturas frias persistentes e fortes ventos circumpolares, também conhecidos como vórtices polares, apoiaram a formação de um grande e profundo buraco de ozônio na Antártica que deve persistir até novembro, relataram cientistas da NOAA e da NASA nesta sexta-feira (30).
O buraco anual de ozônio na Antártica atingiu seu tamanho máximo em cerca de 9,6 milhões de milhas quadradas (24,8 milhões de quilômetros quadrados), cerca de três vezes a área continental dos Estados Unidos.
As observações revelaram a eliminação quase completa do ozônio em um período de 4 a coluna de uma milha de altura da estratosfera sobre o pólo sul.
A NOAA ozonezonde é um instrumento usado para ajudar os cientistas a monitorar o buraco de ozônio da Antártica sobre o Pólo Sul.