Nem Jair de Ogum nem a Mãe Dinah nem o Pe. Quevedo previram isso. Os EUA ficarão com os bônus das exportações de US$ 60 bilhões e nós com o ônus e um orangotango no colo do presidente, que insiste em não trocar seu filho das Relações Exteriores. O Mourão só aparece tapando o sol com a peneira, é muito pouco.
Em 2008 o economista catastrófico Nouriel Roubini fez as previsões da tragédia na Bolha Mundial dos Derivativos Imobiliários em todo mundo, que provocou a quebra do Banco Leman Brothers, que estendeu ao mundo inteiro seus prejuízos bilionários. Todos pagaram a conta, inclusive o Brasil com a suposta marolinha da mula, que virou uma tsunami.
Agora para 2021 o ecologista planetário faz as suas previsões para o agronegócio entre Brasil e China.
Vejam como e o porquê.
Eduardo Bolsonaro, um dos filhos do Jair, pode colocar tudo a perder com nossas exportações, que em 2019 commodities de soja chegaram a US$ 58 bilhões resolveu com seu cargo na Comissão de Relações Exteriores atacar a China para favorecer o presidente Trump contra a Weiwei 5 G. Ele, que será despejado da Casa Branca em 2021, e o presidente Biden poderá ganhar todo esse mercado das commodities da soja sem nenhum esforço e por aqui todos os produtores brasileiros ficariam com os estoques de milhões de toneladas em suas propriedades.
Moral da História: os EUA ficam com o bônus e o Brasil com o ônus, em lugar do Mico, ficaremos com um Orangotango no colo, comendo uma bananinha, trágico e bizarro.
Estão aí as previsões catastróficas em que o Palácio do Planalto prefere o silêncio e o Eduardo Bananinha insiste em ficar do lado do Trump, mesmo com os dias contados deste para o despejo.