Washington - A porta-voz do governo norte-americano Kayleigh McEnany afirmou nesta terça-feira (15) que o presidente Donald Trump recebeu indicação da equipe médica para que recebesse a imunização contra o novo coronavírus, porém, isso só deverá acontecer depois que profissionais da saúde e pessoas do grupo de risco já tenham sido vacinados. Trump havia sido diagnosticado com a Covid e passou por tratamento que incluiu anti-histamínicos e terapias imunológicas.
Paralelamente o governo já negocia a segunda vacina, desta vez do laboratório Moderna. Mais barata e com menos dificuldade de armazenagem porque não precisa ficar a -70 graus. A Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos emitiu hoje um parecer positivo - que ainda não é definitivo - sobre a vacina do laboratório americano Moderna contra a covid-19, antes de uma reunião de especialistas para examinar sua aprovação em caráter de emergência, que deve ocorrer nesta quarta-feira (16).
INGLATERRA
Matt Hancock, secretário de Saúde do Reino Unido, disse que mais de mil casos provocados por uma nova cepa da Covid-19, foram encontrados no sul da Inglaterra. Não há, no entanto, nenhuma evidência de que essa versão do vírus possa causar mais danos ou que não responderia a uma vacina, disse.
As medidas de restrição de nível três - o mais elevado do sistema britânico - entram em vigor à meia-noite desta quarta. Nesta fase, bares e restaurantes só podem atender por entrega ou retirada. Cinemas, teatros e museus devem fechar. Escolas e escritórios podem seguir abertos.
COREIA DO SUL
Outro país que elevou o nível de alerta é a Coreia do Sul, que luta contra o pior surto desde o início da pandemia já tendo ultrapassado o pico anterior, em fevereiro.
O governo ordenou o fechamento das escolas na capital, Seul e em todo o país permite apenas trabalhos essenciais.