10 de julho de 2026
Geral

Sonho de fechar ano difícil com R$ 300 milhões nas mãos movimenta lotéricas

Larissa Bastos
| Tempo de leitura: 2 min

Com a esperança de transformar suas vidas após um ano bastante difícil marcado pelos impactos da pandemia, os bauruenses que acreditam na sorte aproveitaram esta semana para correr até as lotéricas da cidade e fazer suas apostas na Mega-Sena da Virada. Inclusive, proprietários notaram um aumento do movimento em 2020 (leia mais abaixo). O prêmio de R$ 300 milhões será entregue para quem acertar as seis dezenas, que serão sorteadas a partir das 20h desta quinta-feira (31), último dia do ano. Vale lembrar que apostas só podem ser feitas até as 17h de hoje. Após o sorteio, o resultado pode ser conferido no site http://www.caixa.gov.br.

Sonhando com a casa própria e com a possibilidade de ajudar a família, o garçom Menzaque Jesus Leão, de 39 anos, foi um dos do fizeram suas apostas na lotérica localizada na quadra 11 da avenida Cruzeiro do Sul, no Jardim Cruzeiro do Sul. "Já são cinco anos jogando direto. Desta vez, estou acreditando nas dezenas sorteadas na Mega da Virada de 2018", relata.

Quem aposta no mesmo estabelecimento é a funcionária pública Isabel Soares de Almeida, de 52 anos. Ela conta que frequenta o local porque, além de ficar próximo da casa dela, vários prêmios já saíram por ali. "Queremos quitar nossa casa. Fizemos um financiamento de 30 anos e ainda faltam 20. Também queremos deixar uma boa herança para nossas duas filhas", diz, lembrando que, há três anos, ganhou uma quadra da Mega-Sena, junto ao marido Juarez Vasconcelos, de 60 anos.

'VIAJAR PELO BRASIL'

O prêmio milionário alimenta o sonho de Júlio César Macário, de 65 anos, em viajar pelo Brasil. "Quero levar meus três filhos e três netos para uma viagem pelo País, começando pelas praias de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Também gostaria de aplicar uma parte do valor para ter uma vida boa", afirma o aposentado, que apostou na Mega da Virada em uma lotérica localizada na quadra 17 da avenida Nações Unidas, na Vila Altinópolis. 

E teve quem "terceirizasse" as apostas por conta da pandemia. A Covid-19 fez com que Juliana Maia, de 35 anos, passasse a frequentar casas lotéricas para apostar pela mãe, Marlene Maia, de 72 anos, que integra o grupo de risco da Covid-19. "Ela precisa ficar em casa, então, ela me passa os números que quer e eu preencho os volantes. Ela sempre copia cinco jogos que minha avó fazia e conseguiu ganhar na loteria uma vez", explica, reforçando que a mãe não tem a ambição de ser milionária, apenas sonha em ter condições para comprar uma casa confortável para viver.