08 de julho de 2026
Nacional

Jair Bolsonaro afirma que Brasil pode comprar vacina da Moderna

Estadão Conteúdo
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Em transmissão ao vivo em rede social, o presidente Jair Bolsonaro comentou na quinta-feira (31) que o Brasil poderá comprar doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela norte-americana Moderna. Ele não abordou detalhes de como o acordo poderia ocorrer.

O presidente citou um artigo científico publicado nesta semana no New England Journal of Medicine, que aponta eficácia de 94% do imunizante, a mesma anunciada antes pela empresa de biotecnologia. Ele também comentou sobre o início da vacinação em países como os EUA, a Alemanha e o Reino Unido, mas não abordou quando esse tipo de ação começará no País.

Desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niad, na sigla em inglês), dos EUA, a vacina da Moderna está autorizada para uso nos EUA, desde 18 de dezembro, e no Canadá. Ela pode ser acondicionada em geladeiras por um mês e, se congelada, por até seis meses.

No começo de dezembro, a Moderna disse que espera entregar até 125 milhões de doses no primeiro trimestre de 2021, a maioria (de 85 milhões a 100 milhões) será destinada aos EUA. O País tem um acordo com a empresa para o fornecimento de 200 milhões de doses, o suficiente para imunizar 100 milhões de norte-americanos.

Na live, Bolsonaro destacou, ainda, que mantém contato diário com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre a pandemia no País. Ele também voltou a dizer que a vacinação contra o novo coronavírus não será obrigatória, mas voluntária. "Parte da população clama por elas. Então, quem está querendo a vacina a gente vai acertar. Da nossa parte, é grátis e não obrigatório", declarou.

Além disso, dentre outros temas, reclamou que o preço das seringas está mais alto. Uma tentativa recente de compra de seringas e agulhas pelo Ministério da Saúde fracassou.