08 de julho de 2026
Nacional

São Paulo define o esquema de vacinação

FolhaPress
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São Paulo - Uma verdadeira operação de guerra é a estratégia traçada em São Paulo para garantir a vacinação contra a Covid-19, com início previsto para 25 de janeiro, aniversário da cidade, segundo o governo do estado, gestão João Doria (PSDB).

O secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, detalhou nesta quarta-feira (6) o Plano Estadual de Imunização (PEI) de São Paulo, que prevê a aplicação de 18 milhões de doses na primeira fase de vacinação da CoronaVac, contra o novo coronavírus. Até o momento, já são cerca de 10,8 milhões de doses da vacina em solo brasileiro. O imunizante, entretanto, depende de liberação de uso pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o secretário, está mantida a previsão de início da primeira fase de vacinação em 25 de janeiro, que duraria até 28 de março. Neste momento serão contempladas duas doses, com intervalo de 21 dias, para os 7,5 milhões de pessoas com mais de 60 anos e 1,5 milhão de indígenas, quilombolas e profissionais da saúde. Segundo Gorinchteyn, 77% do óbitos da covid-19 estão neste grupo.

Ao todo, o governo paulista estima ter cerca de 5,2 mil postos de vacinação e estuda ampliar o número para 10 mil postos com a inclusão de escolas, quartéis da Polícia Militar, estações de trem e terminais de ônibus.

Com 15 horas diárias de vacinação durante a semana, de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, e aos finais de semana e feriados com horário reduzido (7h às 17h), a imunização acontecerá nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), mas também em praças, shoppings, estações de metrô e trem, terminais de ônibus, comércios e sistema drive-thru.