09 de julho de 2026
Esportes

Hernanes e Gabriel Sara participam de treino no São Paulo


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O retorno de Hernanes foi a principal novidade do treino do São Paulo nesta terça-feira (26). O meio-campista está recuperado do novo coronavírus e participou da atividade no CT da Barra Funda, na reapresentação do elenco após o empate por 1 a 1 com o Coritiba, sábado (23), no Morumbi. O meia Gabriel Sara, que ficou fora do confronto, também foi ao campo.

Hernanes, assim, está à disposição do técnico Fernando Diniz para o duelo com o Atlético-GO, domingo (31), fora de casa, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após testar positivo para o coronavírus em 16 de janeiro, o meia ficou fora dos duelos com Athletico, Internacional e Coritiba.

Gabriel Sara sentiu uma indisposição momentos antes do duelo de sábado e foi deixado de fora da escalação pelo técnico Fernando Diniz. Assim, ele apostou em Tchê Tchê para compor o meio-campo com Luan, Daniel Alves e Igor Gomes.

Nesta retomada das atividades, Gabriel Sara fez um trabalho mais leve do que os seus companheiros. Mas deve retomar o ritmo normal nos próximos dias, fazendo a sua volta ao time contra o Atlético-GO. Já Hernanes deve ser opção para Diniz no banco de reservas.

Em má fase, o São Paulo ainda não venceu em 2021. O time, assim, perdeu a liderança do Brasileirão para o Internacional e está com 58 pontos, na segunda posição e a quatro do primeiro colocado.

EMBOSCADA

A diretoria do São Paulo utilizou as redes sociais e seu site oficial nesta terça-feira para discordar da determinação do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) em liberar, na segunda, nove dos 14 presos responsáveis pelo ataque ao ônibus do clube no último sábado, antes da partida contra o Coritiba, no estádio do Morumbi, na capital paulista, pelo Campeonato Brasileiro.

Em uma emboscada, cerca de 30 torcedores apedrejaram e dispararam rojões em direção ao ônibus do São Paulo no final da ponte Eusébio Matoso, na zona oeste de São Paulo. Ninguém da comissão técnica ou jogadores ficou ferido.

O clube trata o incidente como um "atentado terrorista", ainda mais depois de ser comprovada a existência de bombas caseiras com os presos. O GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) foi chamado no local para desativar os artefatos.

"O São Paulo promete cobrar as autoridades e quer uma punição mais severa aos envolvidos. Está comprovado, inclusive pela presença do GATE no local onde os indiciados foram surpreendidos, o encontro de artefatos explosivos de elevado potencial lesivo, além de pedras e pedaços de madeira. Não se pode esquecer que a fuselagem do ônibus em que a delegação se encontrava foi perfurada, com estilhaços atingindo atletas do clube", diz trecho de nota divulgada pelo clube.