08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

INSS & a Pandemia

João Álvares - Técnico do INSS aposentado, jornalista, poeta, escritor - Piratininga
| Tempo de leitura: 2 min

No mundo, a pandemia da Covid-19 (coronavírus), crise de proporções inimagináveis, sem data para acabar, o novo vírus se espalha rapidamente. Foi alçado à categoria de perigo eminente ao futuro da civilização, uma gripe maldita (como diz o nosso presidente da República do Brasil) que mata o ser humano seja ele jovem ou velho que entrará para a história como um dos maiores desastres da humanidade.

Os esforços do governo na área da saúde, através dos incansáveis profissionais, desde o motorista de ambulância até médicos, paramédicos, enfermeiros e demais servidores e empregados de hospitais, inclusive de campanha, ambulatórios e clínicas tem sido efetivo e são respostas para salvar vidas. Na limpeza pública os garis diariamente recolhem nossos lixos. Os profissionais da imprensa, TV, rádios, jornais, mídias sociais, não têm medido esforços para informar em tempo real os acontecimentos no mundo e em especial no Brasil.

A pandemia obriga a todos, um período de quarentena (que somente alguns cumprem essa orientação) ou recolhimento em casa de infectados ou não. A pandemia desempregou milhares de pessoas em diversas áreas do comércio, indústria e serviços. No entanto, essas pessoas tem que se alimentar, tem que tomar remédio.

Se havia dúvidas, agora não existe mais, essa é a hora em que a Previdência Social mostra sua importância, sua grandeza e pujância na imensidão do Brasil, a saúde justamente com a previdência social e assistência social, compõe nosso sistema de seguridade social, tão importante neste contexto lastimável de avanço do vírus-assassino. Os direitos previdenciários serão protagonistas e vetores para conter a grande recessão que o país enfrentará quando acabar o pesadelo. A previdência paga em dia há quase 100 anos. A previdência arrecada e paga mais de R$ 800 BI por mês. A previdência está presente nos 5.571 municípios brasileiros, com contribuintes ou segurados. Em 70% dos municípios o pagamento de benefícios previdenciários (30,5 milhões) e assistenciais (5,0 milhões) é a maior que as transferências de fundos constitucionais. Somos a maior distribuidora de renda do Brasil, além de notável instrumento de equilíbrio social com mais de 50 milhões de segurados, hoje posso afirmar com certeza, que aqueles.

Resposta: Na minha opinião, se a reforma for baseada na questão fiscal, for baseada no corte de salário e for baseada no fim da estabilidade, não é essa reforma administrativa que vai recuperar o país é uma reforma que profissionaliza mais o Estado que diminui o espaço de ingerência política nos programas do estado brasileiro, uma reforma que vai salvar o serviço do nosso país é uma reforma que valorize o servidor, que valorize o Estado.

Assinado: Professor Israel Batista - Deputado Federal