Em todas as civilizações e culturas, desde as épocas mais remotas, o homem busca compreender sua essência íntima, o ponto de ligação com a Divindade no entendimento dos mistérios da vida. Nessas circunstâncias, as relações afetivas assumiram posições de destaque em diversas e religiões.
No período escolástico, a filosofia aristotélica fez a junção entre a fé e a razão para explicar os elementos teológicos, atenuando, assim, as concepções complexas no desconforto dos suplícios sectários dos rituais.
A ciência tem seu fundamento na razão, igualmente na religião e na teologia. a fé não exclui a razão. Ciência e fé devem estar justas postos para que os fenômenos religiosos sejam compreendidos a luz da razão, pois as verdades de Deus são absolutas.
"A ciência indefinidamente carregará a fé, e a fé eternamente consolará a ciência".