Fui ouvir a última "sessão" da Câmara (08/03) pela rádio, pois na TV não tem nada que preste, qual não foi minha surpresa: não teve! Os "nobres" vereadores iriam ao velório da mãe de um deles. Agora eu pergunto: e se morrer a mãe do dono da emissora de rádio, a emissora sai do ar? Se morrer a mãe do dono do jornal, o jornal não circula.
Se morrer a mãe do dono da rede de supermercado, a rede fecha? Já não chegam essas sessões extraordinárias e audiências públicas sem necessidade que todas as semanas tem?
Somente o vereador Eduardo Borgo subiu ao plenário para reclamar que não poderia dar andamento no processo em curso. Como uma andorinha só não faz verão.
Seria o caso de verificar o livro de presença do velório, e ver se todos compareceram. Tá me cheirando manobra. Agora contem aquela do papagaio!