07 de julho de 2026
Esportes

Vale semifinal


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O Sesi Vôlei Bauru decide a vaga à semifinal da Superliga 2020/21 com o Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (19), a partir das 19h, novamente no Ginásio Hélio Maurício, na Gávea, no Rio de Janeiro. A série melhor de três das quartas entre Sesi Bauru e Rio está empatada em 1 a 1 - o time carioca venceu o primeiro duelo por 3 a 1, em Bauru, e a equipe bauruense ganhou por 3 a 0, no Rio de Janeiro.

O terceiro jogo do playoff estava marcado para Bauru, pois o Sesi é mandante. Mas as restrições impostas pelo governo estadual por causa da pandemia de coronavírus impediram a realização da partida no solo paulista. A diretoria do Bauru cogitou mandar o jogo em Contagem (MG), mas o governo mineiro também vetou partidas de times de outros estados em Minas e o time bauruense optou, então, por permanecer no Rio.

O vencedor do terceiro e decisivo confronto enfrentará nas semifinais o Minas, que eliminou o Brasília por 2 a 0. Na outra chave, o Osasco, após eliminar o Curitiba por 2 a 0, encara o Praia Clube, que passou pelo São Paulo também por 2 a 0.

O Sesi Bauru luta pela segunda classificação às semifinais da Superliga de sua história. Na temporada 2018/19, disputou pela primeira vez uma semifinal enfrentando o Praia Clube. No entanto, antes de unir-se ao Vôlei Bauru, o Sesi já havia disputado as semifinais do Nacional nas temporadas 2012/13, 2013/14 e 2014/15, além da final em 2013/14.

MAIS DIFÍCIL

Para a ponteira Dobriana Rabadzhieva, o confronto terá nível de dificuldade ainda maior que os dois primeiros da série. "Será um jogo ainda mais difícil para nós, porque ambos os times vão jogar o seu máximo para vencer. Elas têm a vantagem de jogar em casa novamente, mas acreditamos muito nas nossas qualidades como equipe e treinamos forte para conquistarmos esse objetivo", ressalta pela assessoria de imprensa do Sesi.

No Rio de Janeiro, a levantadora Juma chama a atenção para a importância do saque no duelo decisivo. "Não fomos tão eficientes em alguns pontos como no primeiro jogo. Lá, conseguimos tirar a bola da mão da Dani (Lins). Ela tem muita facilidade para jogar com as centrais e fica um jogo muito acelerado, dificultando nossa marcação, o bloqueio e a saída para o contra-ataque. Por isso nosso foco tem sido o saque, além de estudarmos muito para tentar neutralizar a Polina, que é a grande arma delas", analisa.