08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Filme de guerra

Carlota Magalhães
| Tempo de leitura: 1 min

Para espairecer, nada melhor que um bom filme em casa. Assistimos pela segunda vez a um filme cujo assunto era um soldado que se alistou para salvar vidas, e sua única arma era uma Bíblia. Foi motivo de chacota, agrediram-no covardemente, mas não usava arma. Quando adolescente, teve que ameaçar com um revólver o próprio pai, que agredia sua mãe constantemente... Foi sua explicação.

Em território japonês, invadido pelos americanos, em meio à carnificina, em cima de um penhasco, o nosso herói conseguiu salvar muitos companheiros feridos, amarrando-os com cordas e descendo os feridos pelo penhasco. Muito emocionante, pois sem uso de arma alguma conseguiu tal feito e foi condecorado! Franzino, era um dos três enfermeiros do pelotão, saiu quase ileso, mas só pediu, quando estava sendo levado numa maca, que achassem a sua Bíblia, o que foi feito.

Sem arma alguma, salvou inúmeras vidas e passei quase duas horas sem pensar nas coisa ruins da vida... como Lula agora elegível, jovens sem máscara festejando a própria irresponsabilidade, etc. O nome do filme "Até o último homem".