10 de julho de 2026
Nacional

País registra 3.251 mortes por Covid

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 2 min

Brasília - No dia escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão sobre a vacinação, o País superou a marca de 3 mil mortes diárias de Covid-19 e bateu novo recorde de óbitos registrados em 24 horas pela doença. Dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados nesta terça-feira, 23, mostram 3.251 óbitos por Covid-19 no período, superando a marca anterior, de 2.841 mortes, em 16 de março.

Com os registros, o País também se aproxima da marca de 300 mil mortes, total que deve ser superado nesta quarta-feira  pois acumula 298.676 óbitos.

O levantamento do Conass, que compila dados de secretarias de Saúde dos 26 Estados e do Distrito Federal apontou ainda 82.493 novos casos de Covid-19 em 24 horas, com um total de 12.130.019 em pouco mais de um ano de pandemia.

O PRONUNCIAMENTO

O presidente Jair Bolsonaro fez nesta terça-feira (23) um pronunciamento em cadeia de rádio e TV em que afirmou que o país, em poucos meses, será autossuficiente na produção de vacinas contra a Covid-19."Não sabemos por quanto tempo teremos que enfrentar essa doença, mas a produção nacional vai garantir que possamos vacinar os brasileiros todos os anos, independentemente das variantes que possam surgir", disse o presidente.

Bolsonaro afirmou que até o fim do ano estarão disponíveis mais de 500 milhões de doses para vacinar toda a população que precisa ser imunizada no país. Segundo o Ministério da Saúde, esse público soma 170 milhões de pessoas."Estamos fazendo e vamos fazer de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros. Somos incansáveis na luta contra o coronavírus. Essa é a missão e vamos cumpri-la", afirmou.

DESEMPREGO

Ele voltou a afirmar que o país enfrenta dois grandes desafios, o vírus e o desemprego. "E em nenhum momento o governo deixou de tomar medidas importantes tanto para combater o coronavírus como para combater o caos na economia, que poderia gerar desemprego e fome", e finalizou lamentando as mortes.