11 de julho de 2026
Nacional

Ministro da Defesa, Fernando Azevedo se despede e diz ter defendido "Forças Armadas como instituições de Estado"


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A dispensa do ministro da Defesa foi uma das seis mudanças feitas ontem por Bolsonaro no seu primeiro escalão. Com a popularidade em queda e uma crise atrás da outra batendo à porta do Palácio do Planalto, o presidente dispensou quem resistia a obedecer às suas ordens políticas -  caso do ministro da Defesa, Fernando Azevedo, após ele se recusar a aceitar um alinhamento das Forças Armadas à política do governo federal. A tentativa de uso político dos militares em confronto com a missão constitucional do Exército, Marinha e Aeronáutica ficou explícita na nota oficial divulgada por Azevedo, na qual afirma que, no período em que esteve à frente da pasta, preservou "as Forças Armadas como instituições de Estado".

Além de Azevedo e Silva, também podem entregar os cargos os comandantes do Exército, general Edson Pujol, da Marinha, almirante Ilques Barbosa Júnior, e da Aeronáutica, brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez. Os três comandantes estariam articulando uma reunião para tomar uma decisão conjunta.