09 de julho de 2026
Geral

'Corona-insônia': o fenômeno que impede a pessoa de dormir


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A pandemia do novo coronavírus teve um efeito profundo na rotina das pessoas e tornou mais difícil o simples ato de dormir - a tal ponto que especialistas criaram até um termo para isso em inglês: coronasomnia, segundo reportagem da BBC, via portal G1. Em português seria algo como "corona-insônia" ou "Covid-insônia". É um fenômeno que atinge pessoas no mundo todo: insônia associada ao aumento do estresse por causa da pandemia de Covid-19.

No Reino Unido, um estudo de agosto de 2020 da Universidade de Southampton mostrou que o número de pessoas com insônia aumentou de uma em seis para uma em quatro, com mais problemas em alguns grupos, incluindo mães e trabalhadores essenciais.

Na China, as taxas de insônia aumentaram de 14,6% para 20% durante o período de isolamento social. Uma "prevalência alarmante" de insônia clínica foi observada na Itália. Na Grécia, quase 40% dos entrevistados em um estudo de maio disseram estar sofrendo problemas para dormir neste período. Além disso, a palavra "insônia" foi mais pesquisada no Google em 2020 do que nos anos anteriores.

No segundo ano de pandemia e após meses de distanciamento social, segundo os cientistas, as pessoas apagaram os limites da vida profissional e profissional e trouxeram incertezas para as vidas de todos. Isso tudo trouxe consequências desastrosas para o sono, e a saúde e a produtividade podem enfrentar sérios problemas por causa disso.

É difícil lidar com a insônia, seja em uma pandemia ou não. Ter problemas frequentes para adormecer ou ter um sono de má qualidade podem levar a impactos na saúde.