Tinha o nome mais doce que há, Maria... Amiga, compreensiva, confidente, conselheira... gostava de ler e fazer um crochê para passar o tempo.
Estudou até o terceiro ano primário, mas tinha grande inteligência e desconfio que as amigas que me visitavam vinham conversar com ela.
Acabou... não a tenho mais. Foram muitos meses para me acostumar sem a sua presença! Só Deus sabe...
Quem ainda tem mãe deve valorizá-la, e muito, pois ela tem um amor verdadeiro e desinteressado para com seus filhos... O maior amor do mundo!
Que falta ela me faz....