08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Ivermectina - Uso adequado

Shigueko Sakai
| Tempo de leitura: 2 min

Com a Covid-19 instalada no mundo a partir do final de 2019, iniciado na China, todos se protegem como podem com essa pandemia secular. Paralelamente, opiniões e sugestões varrem o mundo. Aqui no Brasil, o nosso presidente da República, Jair Bolsonaro, é de reafirmar o uso de Hidroxicloroquina e Ivermectina para combater esse maldoso vírus, o inimigo invisível.

Relacionado ao medicamento conhecido como "Ivermectiba", logicamente, sob receita médica, convém conhecer um pouco a história de uso desse medicamento e a sua eficácia. No meu entender, medicar com a "Ivermectiba" não significa "curar" os infectados por coronavírus. Mas, eliminando os vermes e parasitários intestinais com administração desse remédio, reduz a fraqueza e imuniza o nosso corpo. Assim como o excesso de cansaço físico e mental suportados por muitos profissionais se combate com descanso adequado e vitaminas contendo minerais para a jornada diária, fortalecendo o corpo, previne contra a infecção viral, seja por influenza, seja por covid-19. Sendo este mortal, dependendo da resistência física.

Da história que temos, a Ivermectina foi introduzida para uso humano a partir de 1988, Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2015 - Fiocruz. A cepa da bactéria Streptomyces avermitilis. O bioquímico japonês Satoshi Omura isolou uma enzima chamada avermectina, que parecia ter algum potencial para inibir vermes, insetos e aracnídeos. Um time da MSD liderado pelo bioquímico irlandês e americano William Campbell chegava à formulação final do novo medicamento.

Surgiu a Ivermectina para medicar ao ser humano no final de 1970, antes utilizada para animais. Bioquímicos, conhecedores de parasitários que enfraquecem o corpo, seja em animais racionais e não racionais, com esse medicamento de ivermectina, desde então, além de eliminar praticamente o mal que causava em todos os tipos de animais domésticos, salvaram e salvam milhões de pessoas espalhadas no mundo onde concentra a pobreza inimaginável, inclusive, aqui, na América Latina, incluindo o nosso Brasil, tais como os que residem na selva amazônica.

Nem é preciso ir muito longe para observar a vida que leva a população brasileira de baixa renda que estão abaixo da linha de pobreza. Não é questão de discriminação. Mas é a realidade. Sem higiene sanitária onde residem, a existência de verminoses e parasitas no intestino causadores da cegueira e outras sequelas é maior. A fraqueza do corpo como consequência, a falta de imunidade facilita a infecção viral (influenza, covid 19), além de tantos outros males.

É esse combate à verminose para mantermos imunizados, o nosso Presidente da República se refere. Os que estão imunizados com alimentação e medicamentos adequados não há que se preocupar.

O mais correto para os nossos governantes, federal, estadual e municipal, é estender a atenção medicamentosa adequada, sendo um deles a Ivermectina, sob orientação médica para os menos favorecidos que residem em lugares isolados ou sem tratamento sanitário adequado para moradia.