11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Pressão inflacionária revela-se maior do que o esperado

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min

A persistência da pressão inflacionária revela-se maior que o esperado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. De acordo com comunicado da instituição divulgado nesta quarta-feira (16), isso ocorre, sobretudo, entre os bens industriais.

"Adicionalmente, a lentidão da normalização nas condições de oferta, a resiliência da demanda e implicações da deterioração do cenário hídrico sobre as tarifas de energia elétrica contribuem para manter a inflação elevada no curto prazo, a despeito da recente apreciação do real", dia o Copom.

CHOQUES

O Comitê se comprometeu a seguir atento à evolução desses choques e seus potenciais efeitos secundários. Também disse que vai monitorar o comportamento dos preços conforme os efeitos da vacinação sobre a economia se tornam mais significativos. O colegiado mencionou ainda que as diversas medidas de inflação apresentam-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta. No gráfico acima o desempenho da inflação em laranja para quem ganha tem renda alta e em amarelo para quem ganha o salário mínimo.