Moro disse nesta quarta-feira (23) que nunca restringiu a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos processos que julgou na Operação Lava Jato.
"Os votos dos ministros Fachin, Barroso, Marco Aurélio e Fux, não reconhecendo vícios ou parcialidade na condenação por corrupção do Ex-Presidente Lula, correspondem aos fatos ocorridos e ao Direito. Nunca houve qualquer restrição à defesa de Lula, cuja culpa foi reconhecida por dez juízes", escreveu nas redes sociais. O ex-presidente, ficou fora das eleições de 2018 e passou 580 dias na prisão em razão da condenação imposta por Moro.
O julgamento é um dos últimos capítulos da operação. Em fevereiro o procurador-geral da República, Augusto Aras, incorporou as investigações remanescentes.