11 de julho de 2026
Nacional

Governo paulista avalia reduzir tempo de espera pela segunda dose da vacinação

Estadão Conteúdo
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São Paulo - Por causa da variante delta, de rápida disseminação, o governo paulista deve reavaliar o intervalo de três meses entre doses dos imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca.

"Temos uma variante (delta) circulando no nosso meio e, dessa forma, temos de ter uma atenção especial", disse nesta quarta-feira (7) o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn.

Três parentes de um homem infectado pela variante delta do coronavírus em São Paulo apresentaram sintomas como febre, dor no braço, dor de cabeça, perda do olfato e do paladar.  O paciente infectado, cuja a identidade tem sido mantida sob sigilo, não viajou para o exterior. Já a secretaria Municipal de Saúde da capital informou que monitora 31 pessoas. A família mora no entorno da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Belenzinho, na zona leste da capital, e embora a profissão da mulher não tenha sido divulgada, ela atua com o público.

Para o coordenador-executivo do Centro de Continência, João Gabbardo, há uma grande preocupação. "Não existe mágica: se antecipar de 90 para 60 dias a segunda dose para algumas pessoas isso significa atrasar a primeira dose de uma parte da população", completou.