08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Dia da Cultura e da Paz

Matheus Alexandre Marques Soares, 5° ano C da EMEF Profº Waldomiro Fantini
| Tempo de leitura: 1 min

Fui convidado a fazer uma redação sobre paz mundial, então resolvi ler sobre isso. Em minhas leituras descobri muito sobre a paz mundial e percebi que foram feitas muitas tentativas, mas sem alcançar o objetivo. A humanidade tem uma grande dificuldade de entender que a paz mundial não chegará sem esforço e que para isso acontecer é necessário a ajuda de todos.

A paz mundial deve ser exercitada por todos e todos os dias se possível, pois uma pessoa só não conseguirá conquistar a paz mundial. Certa vez Madre Teresa de Calcutá disse que para começar a paz mundial era necessário ir para casa e amar sua família.

Isso nos mostra que tudo começa em nosso meio familiar. Se unirmos forças, juntos, nós alcançaremos a paz mundial, mas para isso precisamos esquecer as diferenças raciais, culturais e religiosas, pois somos todos iguais.

Também aprendi que a paz é como água, quando tentamos guardá-la em nossas mãos, só para nós, ela escorre pelos vãos dos dedos e, pensando nisso, acho que deveríamos nos igualar a um jarro, assim conseguiremos guardar grandes quantidades, não só de paz, mas de amor ao próximo.

Imagino que poderíamos considerar a paz mundial como uma flor, que precisa de um jardineiro para regá-la todos os dias para que floresça. Assim, a paz mundial deve ser regada por todos os nossos governantes para ser alcançada. Só então não usaremos mais armas e espadas, pois as trocaremos pelas armas do amor e, talvez, antes de perdermos nossas vidas, alcançaremos a paz mundial. Pense nisso!