Estamos presenciando uma pandemia, mas também fora dela a morte de pessoas queridas, de grandes amigos e grandes mestres, com é o caso de Ari Caetano Rodrigues, no último sábado.
Chorei muito quando meu filho Thiago mandou uma mensagem dizendo que "o Professor Ari tinha falecido, aos 76 anos...".
Na hora lembrei-me de vários momentos da vida do Thiago com o Ari, dos momentos como técnico de futebol de salão e como ele trabalhava o respeito, a integridade, a ética, o ganhar e o perder dentro da quadra e dentro da sociedade, sem preconceitos e da forma mais simples possível.
O Ari ensinou ao Thiago, entre outras coisas, que jamais fizesse distinção entre raça, religião ou escolhas que estas tenham. O Thiago cresceu graças ao Ari e ao CTI da Unesp, ambos extraordinários formadores de homens.
O Ari foi o treinador-pai. treinador-mentor, treinador-conselheiro. Thiago aprendeu a ficar na reserva e a sua importância para o seu desenvolvimento.
O Thiago agradece sempre ao professor Ari.
Para terminar minha amiga Celina, esposa, não me esqueço de como você gostava da outra Celina, a minha mãe. A recíproca era verdadeira e o xodó que uma Celina tinha pela outra Celina. Uma amizade muito bonita, dedicada e respeitosa... não me esqueço de você. Aos filhos Victor, meu aluno, Fábio e Renata, seu pai foi grande, com certeza está num patamar superior observando e orientando seus pupilos.
Obrigado, professor Ari