O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou ainda nesta quarta-feira, que a pasta estuda alterar o intervalo da aplicação da segunda dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19, a partir de setembro. Em vez dos atuais três meses, o imunizante seria aplicado novamente no intervalo de 21 dias, para avançar no término do esquema vacinal.
O intervalo entre a primeira e a segunda dose que hoje está em vigor foi definido por decisão do Ministério da Saúde, após discussão com a Pfizer, para ampliar a quantidade de pessoas vacinadas com a primeira dose. Queiroga disse, porém, que o atual contexto da doença no País, com diminuição no número de mortes, permite essa alteração.
Estados
O Ministério da Saúde tem sido criticado pela lentidão na entrega de vacinas contra a Covid-19. O governador de São Paulo João Doria (PSDB) e o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD) têm se destacado nas críticas ao governo federal pela demora na entrega dos imunizantes.