08 de julho de 2026
Nacional

Babá de Henry dá terceira versão para caso

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min

Rio - Thayná de Oliveira Ferreira, que trabalhou como babá de Henry Borel, menino de 4 anos morto em 8 de março, após ser agredido pelo padrasto, o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, deu mais uma versão, a terceira, na noite de quarta (6), ao ser ouvida na Justiça, durante a primeira audiência do caso. Ela deve ser novamente investigada por mais um suposto crime de falso testemunho.

No primeiro depoimento, Thayná afirmou não ter visto nada de anormal e nenhum sinal de agressão à criança. Segundo ela, a família vivia em harmonia. Em 12 de abril, quatro dias após a prisão de Jairinho e da mãe de Henry, Monique Medeiros, a babá voltou à delegacia e afirmou ter presenciado agressões de Jairinho a Henry em três ocasiões. Contou ainda ter recebido R$ 100 do ex-vereador para "ficar quieta".

No depoimento à Justiça, nesta quarta-feira, Thayná afirmou que não sabia das agressões a Henry e que era manipulada por Monique, por quem disse se sentir usada. Com o depoimento de Thayná teve fim a oitiva das testemunhas de acusação. As próximas audiências estão marcadas para os dias 14 e 15 de dezembro.