O técnico Fábio Carille aproveitou os 11 dias de intervalo entre o jogo contra o Juventude e o clássico com o São Paulo para fazer testes no Santos. Mas não foi o suficiente. No empate com o rival no Morumbi, na noite de quinta-feira (7), o treinador fez novos experimentos e não definiu qual será o esquema tático adotado para as próximas partidas do Alvinegro.
No clássico, Carille começou o jogo num 3-5-2, com Emiliano Velázquez, Wagner Leonardo e o volante Vinícius Balieiro improvisado na zaga. A mudança começara no duelo contra o Ceará (0 a 0) e fora testada também na dura derrota para o Juventude, por 3 a 0. No 1 a 1 com o São Paulo, ele mudou de ideia e de esquema ao longo da partida.
Com apenas dois zagueiros, o Santos melhorou no segundo tempo e até criou chances para vencer o jogo. Carille não indicou qual é o seu esquema favorito, mas confirmou que poderá mudar a formação da equipe durante o jogo, como fez no clássico, nas próximas partidas. "Com os mesmos jogadores, podemos mudar sem substituições", afirmou.