11 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Esse choro não pode enganar ninguém!

Paulo Neves
| Tempo de leitura: 2 min

Parabéns à jornalista Maria América Ferreira por seu artigo na seção 'Opinião'. Foi brilhante, aliás, partindo da Maria América, todos são de uma profundidade muito grande.

Há muitos anos não vejo Maria América, mas acompanho tudo o que ela escreve. Jornalista, grande mulher, sempre à frente das questões sociais, políticas, éticas, morais... Continue grande!

Patética essa declaração de quinta-feira feira do JB (não é a marca do whisky, graças a Deus), como se fosse impossível esquecer tantos momentos de deboche, momentos repugnantes como "e daí?", "gripizinha", "vamos todos morrer um dia". Esse ser é de uma insensibilidade, desumanidade, crueldade com as vítimas e vulneráveis da Covid 19, dos índios, dos negros, dos jovens buscando osso para comer, aí o ser arrogante, incompetente, insensível, corre para os evangélicos e fala uma passagem bíblica que alguém mandou que ele repetisse. Aí todo mundo chora junto e lá se vai mais uma semana no poder.

O ser tem diversos matizes, não merece crédito, tudo é mentira, agora, ou melhor, nestes últimos 15 dias, está falando compassado, bonzinho, com uma jaqueta até o pescoço, sem dúvida tudo estudado, representando ali uma linha de atraso brutal que vai na contramão da ciência, da cultura, da educação, do progresso, e de atitudes propositivas e resolutivas.

Os eleitores desse ser cometeram um erro grosseiro, pois o que está aí desde 2019 é um manipulador que vai chorar no banheiro, que é lugar de água quente. E que não venha algum marqueteiro de plantão no Palácio da Alvorada dizer que o ser precisava se mostrar mais humano.

Como ele é manipulador, termina o discurso já refeito do choro, dizendo mais uma mentira, que no fundo é machão... aí a plateia vem abaixo, aí a classe média branca, rica, neoliberal, engravatada, vai dormir melhor sem antes comer um hambúrguer vegetariano ou vegano, que está na moda.

Esse grande machão é o mesmo que incitou e incita rebeliões e depois, borrado de medo, nunca assume responsabilidades pelas suas atitudes como "eu venderia a Petrobrás", "eu não tenho verba para absorventes", na última quinta ele falou de "modess", o nome já saiu do mercado em 2008.

Não contente, ele falou que "vai pedir o fim da bandeira escassez hídrica", que ia até abril de 2022, mas ele não sabe o que é isso.

Aí tenho que achar esperto o Paulo Guedes, afinal, ele não ia deixar seu dinheiro aplicado num país em que o ministro da fazenda é o Paulo Guedes.

Simples assim, meu caro Watson!