08 de julho de 2026
Internacional

EUA cogitam 3ª dose para todos

Iander Porcella
| Tempo de leitura: 1 min

Washington - O coordenador da força-tarefa da Casa Branca para a resposta à pandemia de Covid-19, Jeff Zients, afirmou nesta sexta-feira (22), durante uma coletiva de imprensa, que os Estados Unidos estão prontos para aumentar o volume de aplicação de doses de reforço das vacinas.

Na noite de quinta-feira passada, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) recomendou a aplicação do reforço dos imunizantes da Johnson & Johnson e da Moderna, ampliando a oferta inicial da Pfizer, que já atingiu 10 milhões de pessoas, mas só os grupos de risco.

PFIZER

A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, nas sigla em inglês) já havia dado o mesmo aval e a Pfizer divulgou estudo em que comprova a eficácia de sua vacina. Até agora, a única dose de reforço autorizada no país era a da vacina produzida pela Pfizer.

Um estudo de fase 3 indicou que a terceira dose da vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech é 95,6% eficaz na proteção contra o coronavírus, informaram as duas empresas nesta quinta-feira, com base em resultados preliminares.

30 MIL PARTICIPANTES

Os testes contaram com 30 mil participantes que já haviam completado o ciclo vacinal do imunizante. Parte deles recebeu 30mg de uma dose de reforço e o restante, um placebo, em um intervalo de aproximadamente 11 meses após a injeção anterior. Não houve eventos adversos severos, de acordo com o ensaio.

Os dados ainda serão revisados por especialistas antes de serem publicados em revista médica. As farmacêuticas afirmam que pretendem submetê-los à Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA, na sigla em inglês) dos EUA e à Agência Europeia de Medicamentos (EMA)".