Tenho acompanhado os assuntos que envolvem os entraves da cidade e reflito aqui.
O primeiro deles é a estação ferroviária. É de dar dó ver tudo aquilo que simboliza tanto para nossa cidade abandonado porque as promessas do então prefeito, hoje deputado Agostinho, não se cumpriram e seguimos sem ter nem Câmara nem qualquer secretaria da prefeitura funcionando no prédio que tanto significa para nós.
A segunda questão é o viaduto Nicola Avallone. Quem em sã consciência não previa que a prefeitura não teria verba para essa obra completa?
Erros grotescos foram cometidos, como a falta de alargar um pouco mais tal obra para comportar em um só viaduto, uma pista de volta, o que desafogaria demais o centro da cidade.
Mesmo assim, arrisco a dizer que dá para se pensar nisso, eu mesmo já medi a largura pessoalmente e não descartaria tal possibilidade.
A terceira questão é a ETE de Bauru. Eu não diria que é caso de cadeia porque o que me parece é que foi uma avalanche de incompetência mesmo.
A incapacidade do então prefeito em formar uma equipe técnica que conseguisse viabilizar um projeto sem erros tão aberrantes como hoje são detectados foi escancarada nessa obra.
O administrador não tem obrigação de saber tudo, mas sim de se cercar de pessoas preparadas para as funções que serão desempenhadas, que é o que estão fazendo hoje e que creio ser o caminho. Uma obra que sempre teve dinheiro de sobra e que não se consegue finalizar. Uma vergonha!
É incrível como Bauru tem acumulado esses casos e o bauruense tem se acostumado com esse tipo de notícia.
O fracasso administrativo de seguidas gestões completamente desastrosas, transformaram nossa amada cidade em um amontoado de dinheiro público gasto de maneira irresponsável, jogado no lixo e que deveria nos levar a uma séria reflexão sobre a administração pública e nossos representantes.