09 de julho de 2026
Articulistas

A marcha da insensatez

Jose Pedro Naisser
| Tempo de leitura: 1 min

Mais uma vez podemos ver a ação dos governos que agem para incentivar o segmento que mais cresce no mundo: a indústria das armas e do material bélico, dos dois lados, iniciado pelo presidente Vladimir Putin com a ajuda da China, contra a Otan, quando o ponto principal é a Ucrânia e os norte-americanos insistem na fabricação de armas..

Para que a indústria da Guerra prospere vale tudo, teoria da conspiração, ameaças de invasão da Ucrânia... Para os mais catastrofistas, está aí o chamado para a Terceira Guerra Mundial. Que bom que todos os governantes se unissem em favor do Meio Ambiente, para combater as Mudanças Climáticas e o Aquecimento Global. Fracassaram na COP 26, na Escócia, e cederam na última hora à decisão de banir a matriz energética do carvão em todo mundo. Não conseguiram e a degradação da Natureza e da Vida continua, como na nossa Amazônia, onde diariamente são mostrados os milhares de incêndios na floresta que arde em chamas. Poucos se deram conta, mas a natureza irá agir muito antes dos governantes pela Marcha da Insensatez. Porque agirá em legítima defesa, negando a água aos humanos insensatos, que insistem em fazer a guerra para depois buscarem a paz.

Gandhy e Luther King teriam agido diferente: diriam para evitar a guerra para manter a paz. Como eles não estão mais entre nós, vamos aguardar os resultados da poderosa indústria das armas e do material bélico, onde não teremos vencedores, mas sim o fim da espécie humano e das ações dos maus governantes que insistiram na guerra.

Com tristeza pelas gerações futuras e a nossa biodiversidade.

O autor é ecologista, colaborador de Opinião.