Após a primeira-ministra Sanna Marin afirmar que a Finlândia está pronta para se candidatar à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), caso a aliança seja necessária para garantir a segurança nacional em um momento grave, o governo russo declarou que qualquer tentativa do país nesse sentido teria "sérias consequências políticas e militares".
O aviso também se estende à Suécia que, junto à Finlândia, foi convidada para participar da reunião da Otan que ocorre nesta sexta-feira (25). O Ministério das Relações Exteriores da Rússia ressaltou que a política de não alinhamento militar da Finlândia é fundamental para a manutenção da segurança e da estabilidade na região norte da Europa.
Embora tenham sido convidadas à reunião da Otan, nem Suécia nem Finlândia fizeram qualquer declaração ou movimento que indique interesse em se juntar à aliança comandada pelos EUA.
Fora, a Otan (Organização do Tratado do Altântico Norte) manteve sua linha de promessa de ajuda ao governo de Volodimir Zelenski, porém sem dar muitos detalhes.
Na reunião em que ativou sua Força de Reação pela primeira vez, a aliança militar do Ocidente anunciou que irá fornecer sistemas antiaéreos para Kiev. Este é provavelmente um dos itens prioritários na lista de desejos das Forças Armadas do país sob ataque.
Fora, a Otan (Organização do Tratado do Altântico Norte) manteve sua linha de promessa de ajuda ao governo de Volodimir Zelenski, porém sem dar muitos detalhes.
Na reunião em que ativou sua chamada "Força de Reação" pela primeira vez, a aliança militar do Ocidente anunciou que irá fornecer sistemas antiaéreos para Kiev.