Ao longo da vida nossos corpos passam por diversas transformações inerentes ao crescimento, vivências e envelhecimento. Machucados, arranhões, cirurgias, queimaduras de sol, gravidez... Entre outros acontecimentos que podem deixar marcas na pele, incluindo as estrias.
Na era do movimento body positive, as temidas marquinhas passaram a ser motivo de orgulho para muitas pessoas, mas ainda assim são temidas por parte de homens e mulheres, uma vez que podem provocar problemas na autoestima e na relação com o corpo.
Mas afinal, o que são estrias? "Nada mais é do que o rompimento das fibras de colágeno e elastina na camada superficial da pele, provocando uma cicatriz", explica a enfermeira esteta e diretora da Clínica Chiquetá, Mariane De Chiara. Vale ressaltar que são inofensivas à saúde e podem ser provocadas por diversos fatores, como aumento repentino do peso, aumento de massa muscular, alimentação desequilibrada, gravidez, falta de hidratação adequada, obesidade, implantes mamários, predisposição genética, uso prolongado de corticoides, entre outros.
Podem ser classificadas como vermelhas ou rosadas, quando a pele ainda está sofrendo processo inflamatório do rompimento da fibra e que são mais fáceis de tratar, ou brancas, característica de estrias mais antigas e que geralmente melhoram de aspecto com tratamentos estéticos, mas que dificilmente desaparecem.
Por ser muito comum, existem diversas crenças sobre o que provoca as temidas estrias. A especialista lista alguns mitos e verdades sobre o assunto (veja ao lado).
Para quem não consegue se acostumar às estrias, atualmente existem diversos procedimentos que podem amenizar e até sumir com elas, como peeling, laser, ozonioterapia, entre outros. "É importante ressaltar que é essencial buscar um profissional capacitado para realizar uma avaliação", destaca De Chiara.