São Paulo - O foco é a competição. Seja atrás de dinheiro para mudança de vida, formação de casais, terminando com um casamento esplendoroso, ou então troca de casais, troca de vida, o melhor da culinária, enfim todos os motes possíveis, não há como duvidar: os realities estão aí conquistando cada vez mais audiência, e para todos os gostos e idades.
Neste caso não se trata de encontrar o melhor cantor ou cantora, mas e também (por que não?) o melhor político. Isso mesmo. Por que não usar o esquema de reality - entrevistas ao vivo e confinamento - para conhecer e escolher o melhor candidato para sua cidade, estado ou país. De vereador a presidente.
Essa é a ideia. Que já saiu do papel. Começou em novembro passado e terminou dia 17 de janeiro. Com 10 mil inscritos, 160 pré-selecionados e, 12 que participaram para valer.
Idealizado pelo ex-governador de São Paulo e presidente da Fundação João Mangabeira (FJM), Márcio França (PSB), o primeiro reality político do mundo reúne interessados em política, lideranças e parlamentares na discussão de temas polêmicos do cenário nacional.
A ideia é incentivar, com o programa, a participação das novas gerações na política, e provar que dá para os opostos defenderem suas ideais democraticamente.
Esta primeira etapa do reality escolheu 12 participantes da população, escolhidos entre 160 pré-selecionados, a partir de 10 mil inscrições. Durante o período de gravações, todos ficaram isolados em um hotel.
Eles atuaram divididos em grupos e cada um defendeu um ponto de vista do tema proposto e os desempenhos individuais foram avaliados.
A vencedora foi premiada com uma viagem de imersão a Brasília, com todas as despesas pagas, e um curso de Comunicação Digital, um troféu em reconhecimento ao seu bom desempenho e vocação para a política.