Os fatos abaixo elencados estão num livro publicado. Haja vista a prolixidade dos detalhes, fiz uma síntese deles. Em 12/1/1996, 1 hora da madrugada, estava muito quente. O casal Oralina e Eurico de Freitas, na região rural de Varginha (MG), viu da janela aberta ufo metálico, na forma de charuto, voando rente ao pasto. Sumindo em direção à rodovia Fernão Dias. Em 13/1/1996, às 8,30 h da manhã, na rodovia Fernão Dias, Carlos de Souza dirigia um carro quando viu ufo análogo ao descrito pelo casal Oralina e Eurico. Ele viu, "ex-abrupto", o ufo cair rápido ao solo. Ele tomou atalho para chegar ao local. Havia muitos soldados do exército.
Um oficial exarcebado exigiu que ele se retirasse dali. Um bombeiro testemunhou mais tarde que colocou dois corpos de ETs em sacos de plástico pretos. Levados à ESA (Escola de Sargentos das Armas) em Três Corações (MG). Em 14/1/1996 um soldado da ESA viu caminhão do exército cheio de metais retorcidos,no pátio da ESA. Que sumiu no dia seguinte. Em 20/1/1996, às 15h30, no centro de Varginha, Kátia Xavier (21 anos), Liliane (16 anos) e sua irmã Valquíria Silva (14 anos) cruzaram um terreno baldio para cortar caminho. Viram um ser exótico.
Baixinho, epiderme marrom, pernas e braços longos, cabeça muito grande, olhos vermelhos arregalados, ombros com veias saltadas, corpo curvado. Marco Eli Chereze, militar estadual, do serviço de inteligência, em Varginha, foi chamado. Caçou com uma rede o ET. Falou à sua irmã: o ser foi levado ao hospital de Varginha. Aí para a ESA e após à Unicamp - SP.
Bertoldo Praxedes,vigia da "Parmalat" (Varginha), viu de 12 a 20/1/1996 vários caminhões da ESA passarem na frente da fábrica, em dias diferentes, em alta velocidade. A ESA, "longa manus" do exército na região, instaurou um inquérito para apurar os fatos. Após 6 meses, com 357 páginas, um relatório negou tudo que ocorreu entre 12 e 20/ /1/ 1996.
E tem mais : as 3 mulheres não viram um ET, mas sim um ser humano alcunhado de "mudinho". Com problemas mentais, vagando por ruas e terrenos baldios.Mas as 3 já conheciam o "mudinho" de longa data. Marco Antônio Petit, ufólogo há mais de 40 anos. Um vulto exponencial da ufologia brasileira. Ele investigou "pari passu" o famigerado caso. Sigilosamente coletou depoimentos de civis e militares envolvidos nos fatos. O acobertamento e a ilação negacionista da ESA entraram em rota de colisão com a verdade fática apurada por Petit. Em 2015, ele publicou seu livro: "Varginha, toda a verdade revelada".