Rio de Janeiro - Policiais envolvidos na operação que resultou em 23 mortes na Vila Cruzeiro, na última terça-feira (24), entregaram suas armas para a realização de perícia. Por meio do confronto balístico com eventuais projéteis alojados nos corpos das vítimas, é possível identificar, por exemplo, de quais armas partiram os tiros.
A polícia não respondeu se o laudo da necropsia dos 23 corpos foi concluído pelo IML (Instituto Médico-Legal), nem a identidade dos mortos.
Esse tipo de perícia pode mostrar, por exemplo, a quantidade de tiros, se eles foram disparados a curta distância e a localização das perfurações no corpo. O laudo também pode responder se houve perfurações com uso de faca, como alguns moradores relataram.
A ação na Vila Cruzeiro foi a segunda mais letal da história recente no Rio de Janeiro.