11 de julho de 2026
Polícia

Novo furto em UBS prejudica o atendimento odontológico

Guilherme Tavares
| Tempo de leitura: 2 min

Localizada na quadra 3 da rua São Lucas, a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Redentor tem sido alvo recorrente de furtos, prejudicando o atendimento à população. Nos últimos quatro meses, foram, ao menos, três ocorrências. Na mais recente, no fim de junho, bandidos levaram o compressor do consultório odontológico, comprometendo consultas e tratamentos já agendados.

Em fevereiro, ação semelhante foi praticada pelos ladrões. Na ocasião, eles subtraíram um equipamento do mesmo modelo, que, por conta disso, precisou ser reposto. O terceiro caso, também no primeiro semestre, foi o furto de parte da fiação elétrica.

A Secretaria Municipal de Saúde confirma as ocorrências e diz estar providenciando, mais uma vez, a substituição do compressor, além de reforçar a segurança.

POUCA PROTEÇÃO

Segundo Luiz Carlos de Aguiar, integrante do Conselho Gestor do Jd. Redentor, criminosos aproveitam-se, principalmente, da falta de vigilância noturna para praticar os furtos. "O compressor fica do lado de fora do consultório. Eles quebram o cadeado e levam a máquina".

Outro apontamento do conselheiro é em relação ao alambrado, considerado baixo, oferecendo pouca proteção. 

Após esse crime mais recente, registrado em boletim de ocorrência (BO) no último dia 27 de junho, a Secretaria de Saúde informou ter feito avaliação do local para definir ações necessárias a fim de reforçar a segurança.

Disse, também, ter intensificado o trabalho da ronda para evitar novos furtos, enquanto providencia a substituição do equipamento furtado. "Por enquanto, o atendimento odontológico na unidade fica restrito aos pacientes que não necessitam da utilização do compressor. Os demais são encaminhados a outras UBS que possuem serviço de odontologia", informa, em nota, a pasta.

VACINAS

Ainda segundo Luiz Carlos de Aguiar, também em fevereiro, bandidos furtaram a fiação que fornecia energia para as geladeiras de vacinas. "Tiveram que mandar tudo para análise, porque ninguém sabe quanto tempo ficaram sem refrigeração", conta.

Na visão dele, seria necessário ter vigilância patrimonial noturna. "A unidade funciona até o final da tarde. Depois, ninguém fica de olho", conclui.