10 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

'O comunismo seria melhor se não existisse'

Márcio M. Carvalho
| Tempo de leitura: 1 min

Parafraseando o leitor Luís Paulo Domingues, que neste domingo escreveu nesta coluna, comentando uma carta do professor Cezar de Carvalho, que "o Capitalismo seria bom se existisse", gostaria de comentar esta contradição entre os dois pensamentos e os seus resultados comparados.

O capitalismo é praticado, como lembra Domingues, desde o século XVIII e o comunismo como prática é conhecido na teoria desde o século XIX e praticado em larga escala a partir da Revolução Russa de 1917. Em termos de resultados econômicos, nenhuma nação da terra que se conheça enriqueceu com o comunismo.

Todas as nações ricas hoje conhecidas chegaram a este estágio com regimes capitalistas: USA, Japão, Coreia do Sul, Inglaterra, França, Alemanha e demais países europeus. Até mesmo a China, Vietnã, países do leste europeu e a Rússia e Brics como Índia e mais recentemente África do Sul só alcançaram desenvolvimento quando adotado o capitalismo.

O comunismo trouxe recentemente pobreza a países, como a Argentina que antes do esquerdismo chegou a ser o segundo per capita do mundo, Venezuela e Cuba. Em comparação ao Chile e até o Brasil no período militar. Isto demonstra que não só o comunismo radical, até o Peronismo populista da Argentina, muito parecido com o Lulismo ou petismo brasileiro, tem sobre a economia comprovado efeito negativo pelo seu populismo e políticas pseudonacionalistas de curto prazo e efeito idem.

Sobre isto o ex-presidente, sóbrio ou não, disse que a política dele não é Comunismo e sim Cristianismo mostrando que ele andou faltando na aula de catecismo e em seus mais de 70 anos ainda é capaz de confundir ou fingir que confunde as duas coisas.

Até porque enquanto Cristãos dividem suas coisas com os necessitados, esquerdistas tomam as coisas em nome do Estado e depois compram para eles: Rolex, Tríplex e sítios em Atibaia.