08 de julho de 2026
Regional

HC de Botucatu é o 2º do Estado de SP em número de atendimentos


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Botucatu - O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) ocupa o segundo lugar no Estado de SP em número de atendimentos entre hospitais universitários. Os dados, que levam em conta o período de janeiro a dezembro de 2021, fazem parte de levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e integram o Painel da Saúde, que divulga a assistência hospitalar pública prestada à população paulista.

Durante todo o ano passado, o HCFMB realizou mais de três milhões de atendimentos, entre ambulatoriais, de urgência, emergência, consultas e exames. O ranking, que inclui 199 hospitais administrados pelo Estado ou pelos municípios, é liderado pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), o maior da América Latina, com cerca de 7 milhões de atendimentos no mesmo período.

Em 2021, o HC de Botucatu contabilizou 23.088 internações, taxa de 43,72 por leito, também considerada a segunda maior entre todos os hospitais universitários do Estado. "O HC de Botucatu tem crescido de forma estável nos últimos anos e se consolida como um dos maiores hospitais em atendimento de todo o estado", ressalta o chefe de gabinete do hospital, José Carlos de Souza Trindade Filho.

Mesmo ocupando a vice-liderança em internações, o HCFMB é o quarto em número de leitos, com 528. O HC da USP tem 1.605 leitos, seguido pelo HC de Ribeirão (866) e pelo hospital da Unicamp (623). O hospital de Botucatu também ocupa a quarta posição em número de médicos, com 1.335 profissionais, abaixo do HC de São Paulo (5.895), de Ribeirão Preto (1.906) e do hospital da Unicamp (1.675). Para o superintendente do HCFMB, André Balbi, os resultados positivos são reflexos dos investimentos feitos. "Essa evolução é resultado de muito trabalho, que inclui organização, planejamento, avaliações constantes e investimentos. A competência e o comprometimento de nossas equipes ajudaram a transformar a realidade do hospital nos últimos anos. Quem ganha com isso são nossos pacientes", diz.