Meu pai faleceu... quando eu tinha apenas 15 anos...
Perdi meu maior amigo...
Conheci o deserto!
As palavras são muito pobres para descrever, o valor de um pai...
e a falta dele!
Um lar se pai...
E nau sem rumo... sem prumo!
Como lutamos...
E como sofremos!
Vazio imenso...
Solidão intensa.
Que deserto!
Ate que encontrei... “o pai dos órfãos” (SL. 68. 5) nosso pai celestial, que t
ransforma o deserto em oásis e a terra seca em manancial das águas...
O deus do impossível!
Ele me acolheu
Des morada em mim
Curou minhas feridas
E enxugou todas as minhas lagrimas, quando disse:
“quando teu pai e tua mãe te desampararem, eu te acolherei” (SL; 26:10)