08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Um dia para esquecer

Roberto 'general' Macedo
| Tempo de leitura: 1 min

Senhores e senhoras jornalistas sérios e imparciais como prega o código de conduta desses profissionais, e os encontramos no nosso JC: me perdoem os contrários, mas o que vimos anteontem na Globo, na entrevista do presidente Jair Bolsonaro, não é jornalismo. Bonner e Renata, editoria por trás, agiram como se fossem candidatos à Presidência em um debate ou juízes em tribunal de inquisição!

Só faltou sugerirem que o presidente fosse encaminhado à fogueira, como faziam com as bruxas, em Salem, um desrespeito e clara intenção de envolver o entrevistado em armadilhas espúrias para provar as "verdades" que saiam de suas bocas.

Mas se deram mal. Se a Globo entendia ser essa a melhor maneira de trazer de volta o "patrão provedor", atiraram no pé com Bonner e o tiro saiu pela culatra com Renata. O mundo percebeu essa manobra e fortaleceu ainda mais a reeleição;

As redes sociais bombaram cobrando imparcialidade no jornalismo e criticando a postura dos jornalistas.

Amigos, em Portugal e Itália, me enviaram notas de repúdio contra a emissora, pois entenderam ser uma clara demonstração de apoio à esquerda brasileira.

Enquanto tivermos atitudes assim, esse País nunca deixará de ser um "gigante adormecido". Se a maior rede televisiva se presta a esse papel de defender bandidos por interesses próprios e tentar desqualificar uma autoridade publicamente, a esperança de dias melhores só tem um caminho... a reeleição do presidente.