09 de julho de 2026
Geral

Mais de 600 cães são encoleirados em programa contra leishmaniose


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Através de uma parceria com o Ministério da Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio de equipe da Divisão de Vigilância Ambiental, começou a encoleirar cães da cidade para o controle da leishmaniose visceral. Mais de 600 animais já receberam o item impregnado com inseticida (deltametrina) e que tem a função de espantar e matar o mosquito-palha, vetor da doença. Bauru é o único município do Estado classificado como prioritário para a execução esta ação.

Vale destacar que, conforme o JC noticiou, a cidade conta com três casos de leishmaniose em humanos neste ano, sendo duas mortes.

No período de 2 a 4 de agosto, o programa coletou 611 amostras de sangue na região da Vila Independência e encoleirou estes animais. Desse montante, 65 tiveram o resultado positivo da doença e cinco foram entregues pelos tutores para eutanásia.

A Secretaria de Saúde pretende encoleirar aproximadamente 4 mil cães, que serão testados para leishmaniose visceral canina, através de coleta de sangue e posteriores exames.

Já na primeira visita, o animal recebe a coleira repelente e as devidas orientações. Após a divulgação do resultado de exame, que sai em cerca de 15 dias, os moradores com animais positivos são visitados por equipe com um médico veterinário, que avaliará o cão e dará todas as instruções sobre o caso.

A validade da coleira é de seis meses, portanto, os funcionários passarão na residência para fazer a troca do item nesse período. Já a coleta de sangue para exame será realizada a cada 12 meses.

A Secretaria de Saúde lembra que possui um ambulatório com atendimento veterinário voltado a zoonoses no CCZ (rua Henrique Hunzicker, 2-17, no Jardim Bom Samaritano), que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, onde é feito o Inquérito Canino Censitário.