11 de julho de 2026
Geral

Beto Móveis pede investimentos na avenida Rosa Malandrino Mondelli

Bruno Freitas
| Tempo de leitura: 2 min

Falta de calçamento em alguns trechos, duplicação não finalizada há anos, alta velocidade de caçambeiros, ponte com tábuas desniveladas, muita poeira e terrenos imundos. Essas são algumas das reclamações que o JC ouviu, na tarde desta segunda-feira (12), de moradores na extensão das 16 quadras da avenida Rosa Malandrino Mondelli, que atravessa o Jardim Mendonça e Núcleo Mary Dota. Com o dinheiro em caixa do município, os munícipes pedem melhorias. Em março de 2021, o jornal havia noticiado os mesmos problemas. A resposta da Secretaria de Obras na época era que não havia previsão, por não ter recursos.

O vereador Beto Móveis (Cidadania) fez um pedido formal, solicitando inserção de calçadas e semáforos. Segundo o parlamentar, que tem aparecido com frequência nas redes sociais da prefeita Suéllen Rosim (PSC), a demanda de moradores é que a estrutura seja adotada em toda a extensão da avenida, visando mais segurança aos pedestres. Ainda segundo ele, a região tem grande movimento de veículos e os munícipes que se locomovem a pé acabam transitando pela via pública (rua), por falta de opção, enfrentando o risco de atropelamento.

O parlamentar também solicita a implantação de um semáforo no cruzamento na quadra 14 da Rosa Malandrino Mondelli com a rua Cézar Cruz Ciafrei, no Jardim Mendonça. Ele recorda que neste trecho já foram registrados inúmeros acidentes por conta da falta de sinalização.

Outro problema que impede a passagem dos pedestres é a presença de torres de energia elétrica que estão implantadas sobre calçadas, fato que vai exigir uma adequação de contorno.

MAIS PROBLEMAS

A reportagem passou com automóvel algumas vezes e notou que a ponte entre a quadra 16 da Rosa Malandrino Mondelli e a estrada de terra municipal, muito utilizada por caminhões com caçambas pesadas de entulho, preocupa pela instabilidade. Olhando de perto, há tábuas desniveladas e cabeças de pregos fora de nível. O local tem uma altura de cerca de 5 metros sobre um córrego.

Em nota, a prefeitura informou que a Secretaria de Agricultura irá vistoriar a ponte para identificar o problema e a melhor forma de solucioná-lo. Sobre a duplicação do trecho e a construção de calçamento, já estão na programação da prefeitura, mas o início da obra depende da liberação de três áreas particulares. O prazo não foi divulgado.