Retornou a Deus, o anjo que, temporariamente, nos foi emprestado. Já faz falta por aqui, Dr. Sérgio Sato.
Tive o privilégio de conhecê-lo em duas versões: o servidor público exemplar, que não media esforços para melhoramento dos serviços prestados pelo CAPS/NAPS; e o médico psiquiatra que não ousava "medicar" a felicidade. Para mim e para muitos, Dr. Sato deixa um grande aprendizado: o amor muda a nós e muda aos outros. Se tratamos as causas, com amor, dispensamos amortecer sofrimentos com psicotrópicos.
Aos familiares, amigos e pacientes, a quem sempre foi luz, agora Dr. Sato é saudade. Saudade é o amor que se eterniza. Com amor, saudade, gratidão, admiração.