09 de julho de 2026
Geral

Affonso José Aiello deve ganhar alteração de sinalização e 'saída'

Bruno Freitas
| Tempo de leitura: 2 min

Com o avanço das obras de duplicação da avenida Affonso José Aiello, no trecho entre a Getúlio Vargas e o Residencial Ilha de Capri, iniciadas no dia 29 de agosto, vão surgindo os apontamentos de motoristas e avaliações da própria equipe técnica da prefeitura. E a Secretaria de Obras, junto com a Emdurb, avaliam o trecho e devem inserir no quarteirão 7 duas placas de "Pare", em ambos os sentidos da via, antes da rotatória situada ali. Outra mudança deve ocorrer na região dos prédios próximos do colégio Chaminade. Neste trecho, antes, era possível fazer uma conversão e entrar nestes edifícios. Agora, será preciso ir até o Residencial Villaggio 1, fazer o retorno e descer. Quem sai destes condomínios verticais e vai sentido à rodovia Bauru-Ipaussu, tem de ir até a rotatória do Ilha de Capri para voltar.

Nesta sexta-feira (30), o JC conversou com morador de um condomínio próximo e acompanhou o tráfego. Na rotatória, em frente ao residencial Ilha de Capri, um dos lados ficou afunilado pela intervenção de alargamento, reclamou o munícipe. Segundo ele, que preferiu não se identificar, o trecho estreito está causando risco de acidente. A reportagem, inclusive, por volta de 15h15, quase testemunhou a colisão de uma caminhonete que freou bruscamente e por centímetros não atingiu a traseira de outro automóvel que parou na sinalização "dê a preferência".

Segundo o secretário Leandro Joaquim, a rotatória, provavelmente, vai mudar de formato, passando de círculo para um desenho mais oval. "Vamos avaliar o trânsito e mexer ali na medida que as obras forem avançando. A rotatória é uma proteção aos carros e precisa seguir legislação. Devemos criar um 'pare' nos dois sentidos da rua", comentou o titular da pasta.

As obras têm um custo estimado pelo município no valor de aproximadamente R$ 2.270.000,00. O montante é a soma entre a contrapartida financiada por cinco empreendimentos imobiliários que estão se instalando naquela região e os insumos fornecidos pela prefeitura. Do cofre municipal, o valor será de cerca de R$ 1,1 milhão. A execução é da empresa terceirizada Fortpav, com apoio do DAE.