PARTE 2

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Chicago: das ações de Al Capone ao Second City, de grandes atores

Chicago: das ações de Al Capone ao Second City, de grandes atores

Passeie sem pressa pelas ruas da cidade e descubra um turismo diferente do oficial

Passeie sem pressa pelas ruas da cidade e descubra um turismo diferente do oficial

19/11/2023 | Tempo de leitura: 2 min

19/11/2023 - Tempo de leitura: 2 min

Pixabay

Chicago é uma alternativa para quem quer experimentar a vida urbana nos Estados Unidos, mas com menos perrengue

Chicago é uma alternativa para quem quer experimentar a vida urbana nos Estados Unidos, mas com menos perrengue. Amantes de séries e cinéfilos podem encontrar em Chicago os restaurantes da premiada "O Urso" e a escadaria da Union Station, onde Eliot Ness e seus homens trocaram tiros com os capangas de Al Capone em "Os Intocáveis", de Brian De Palma.

Mais famoso gângster da história, Capone deixou suas marcas por ali, na época em que contrabandeava álcool durante a Lei Seca, nos anos 1920 e 1930. Hoje, a empresa Chicago Crime Tours oferece passeios guiados a partir de US$ 40 (ou R$ 201) a quem quer conhecer pontos como o local onde sete rivais do mafioso foram metralhados no Dia de São Valentim lembrança de quando a cidade era uma das mais violentas do mundo.

Vêm mais ou menos dessa época as raízes de outro grande legado cultural da cidade, o blues de Chicago. Marcado pelo uso de instrumentos elétricos, ele foi desenvolvido com a chegada em massa de negros vindos do sul segregacionista e teve em Muddy Waters e Willie Dixon os seus representantes mais famosos.

Nat King Cole, no jazz; Sam Cooke e Curtis Mayfield, no soul; Patti Smith e Wilco, no rock; e Kanye West, no rap, são outros dos nomes que ganharam impulso em Chicago. O Tortoise Supper Club traz shows ao vivo de jazz todas as noites para acompanhar o jantar refinado ou o coquetel no balcão sob luz baixa.

Quem preferir um outro tipo de palco pode se dirigir ao Second City, clube de comédia que formou Bill Murray, Tina Fey, Jordan Peele, Amy Poehler, John Candy, Steve Carell e toda uma escola de humor calcada na improvisação. As apresentações, com aspirantes a comediantes ou nomes já consolidados, acontecem todas as noites.

O nome do clube ("segunda cidade") não deixa de ser uma autogozação de Chicago com o apelido dado a ela pelo jornalista nova-iorquino A.J. Liebling, que costumava dizer que a cidade dos ventos jamais seria tão grandiosa quanto a sua cidade natal.

Mas eis que os tempos passaram e o Second City, um dos maiores ícones de Chicago, abriu filial até mesmo em quem diria Nova York.

Chicago é uma alternativa para quem quer experimentar a vida urbana nos Estados Unidos, mas com menos perrengue. Amantes de séries e cinéfilos podem encontrar em Chicago os restaurantes da premiada "O Urso" e a escadaria da Union Station, onde Eliot Ness e seus homens trocaram tiros com os capangas de Al Capone em "Os Intocáveis", de Brian De Palma.

Mais famoso gângster da história, Capone deixou suas marcas por ali, na época em que contrabandeava álcool durante a Lei Seca, nos anos 1920 e 1930. Hoje, a empresa Chicago Crime Tours oferece passeios guiados a partir de US$ 40 (ou R$ 201) a quem quer conhecer pontos como o local onde sete rivais do mafioso foram metralhados no Dia de São Valentim lembrança de quando a cidade era uma das mais violentas do mundo.

Vêm mais ou menos dessa época as raízes de outro grande legado cultural da cidade, o blues de Chicago. Marcado pelo uso de instrumentos elétricos, ele foi desenvolvido com a chegada em massa de negros vindos do sul segregacionista e teve em Muddy Waters e Willie Dixon os seus representantes mais famosos.

Nat King Cole, no jazz; Sam Cooke e Curtis Mayfield, no soul; Patti Smith e Wilco, no rock; e Kanye West, no rap, são outros dos nomes que ganharam impulso em Chicago. O Tortoise Supper Club traz shows ao vivo de jazz todas as noites para acompanhar o jantar refinado ou o coquetel no balcão sob luz baixa.

Quem preferir um outro tipo de palco pode se dirigir ao Second City, clube de comédia que formou Bill Murray, Tina Fey, Jordan Peele, Amy Poehler, John Candy, Steve Carell e toda uma escola de humor calcada na improvisação. As apresentações, com aspirantes a comediantes ou nomes já consolidados, acontecem todas as noites.

O nome do clube ("segunda cidade") não deixa de ser uma autogozação de Chicago com o apelido dado a ela pelo jornalista nova-iorquino A.J. Liebling, que costumava dizer que a cidade dos ventos jamais seria tão grandiosa quanto a sua cidade natal.

Mas eis que os tempos passaram e o Second City, um dos maiores ícones de Chicago, abriu filial até mesmo em quem diria Nova York.

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