A possibilidade de enxergar estruturas invisíveis a olho nu tem ampliado o papel da imagem na medicina estética. Segundo a radiologista Fernanda Bacchi, o ultrassom dermatológico de alta frequência permite identificar características da pele, avaliar alterações inflamatórias e localizar materiais já injetados na face, oferecendo informações que auxiliam na tomada de decisão clínica antes de procedimentos e durante o acompanhamento dos pacientes. Saiba mais: @febacchi