Cerca de 100 reeducandos do sistema prisional de Rio Preto, em regime semiaberto, serão integrados aos mutirões de combate ao mosquito Aedes aegypti, responsáveis pela transmissão de dengue, zika e chikungunya. A iniciativa foi definida em uma reunião realizada nesta terça-feira (9), convocada pelo prefeito Coronel Fábio Candido, com a participação de representantes do Poder Judiciário, lideranças municipais e do sistema prisional.
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Os presos atuarão na limpeza de pontos críticos da cidade, sob supervisão da Guarda Municipal. A ação busca eliminar criadouros do mosquito e envolver os participantes em atividades que contribuam para a sociedade. O mutirão, que começa na próxima segunda-feira (13), integra o esforço municipal no combate às doenças causadas pelo Aedes aegypti.
Estiveram presentes no encontro o juiz da Vara da Infância e Juventude, Evandro Pelarin; a juíza e diretora do Fórum, Luciana Cassiane; o diretor do Complexo Penal de Rio Preto, Hezequias Ambrosi; e representantes da Associação Viva Centro. Também participaram secretários municipais, líderes de autarquias e vereadores.
O prefeito destacou a importância da colaboração entre governo, Judiciário e sociedade. “A união de forças é essencial para proteger Rio Preto. Contar com o apoio do sistema prisional e a dedicação dos reeducandos reforça que todos podem ajudar a melhorar a qualidade de vida na cidade”, afirmou Fábio Candido.
Além de São José do Rio Preto, os municípios de Potirendaba, Glicério e Tanabi, no noroeste paulista, decretaram situação de emergência em saúde pública devido à doença.