Melhor campanha da primeira fase, Verdão busca trazer alguma vantagem para o jogo da volta, em casa
O Palmeiras enfrenta hoje, fora de casa, o Cerro Porteño, no Paraguai, pelo jogo de ida das oitavas de finais da Copa Libertadores. A partida acontece às 19h15. Melhor equipe de toda a fase de grupos e atual bicampeão da competição, o Verdão viaja com praticamente força máxima para a o confronto. A única baixa é o lateral-esquerdo Jorge, que testou positivo para Covid. Jorge, porém, seria reserva, já que Piquerez é o titular da posição.
No último treino antes da viagem para Assunção, o elenco trabalhou marcação e posse de bola, troca de passes e os centroavantes do elenco realizaram atividades específicas. Para este confronto, o meia Raphael Veiga, que entrou durante a partida contra o Avaí após se recuperar de lesão muscular, deve ser titular da equipe.
O Verdão nunca perdeu para o Cerro Porteño jogando no Paraguai. No confronto geral contra a equipe paraguaia, são 11 jogos, com cinco vitórias alviverdes, quatro empates e duas derrotas. As duas derrotas foram em São Paulo.
Mas não é só em jogos fora de casa contra o Cerro que o Palmeiras vem se dando bem. O Verdão não perde como visitante na Libertadores desde o dia 2 de abril de 2019 - derrota por 1x0 para o San Lorenzo, na Argentina.
Desde então, são 13 vitórias e cinco empates, somando um total de 18 jogos invictos como visitante. Além disso, o Verdão está 100% na edição deste ano, com seis vitorias em seis jogos, batendo o recorde de gols marcados na fase de grupos da competição: 25 gols.
O Cerro Porteño conta com jogadores conhecidos do futebol brasileiro. O goleiro da equipe paraguaia é Jean, que foi revelado pelo Bahia e comprado pelo São Paulo. Após ser emprestado ao Atlético-GO em 2020 e ter boa passagem, ele rumou para a equipe paraguaia.
Outro conhecido é o veterano atacante Marcelo Moreno, titular da seleção boliviana e ídolo do Cruzeiro. Além disso, o técnico do Cerro é um ídolo do Verdão nos anos 90: Arce, que foi o lateral-direito campeão da Libertadores em 1999 com o alviverde, além de também ter sido campeão da competição pelo Grêmio, em 1995.
*Guilherme Giorgi, estudante de jornalismo e estagiária da redação da Folha da Região