A Justiça decidiu por prorrogar por mais 30 dias a prisão temporária da mãe e do padrasto da bebê Mirella, de um ano, que deu entrada no pronto-socorro de Penápolis em 14 de fevereiro deste ano, morta e com sinais de violência. O mandado de prisão temporária de 30 dias, expedido no dia 18 de fevereiro de 2022, terminou na última quinta-feira (17).
A delegada da Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) de Penápolis Thaisa da Silva Borges informou que a prorrogação por mais 30 dias da prisão foi para aguardar a chegada do laudo definitivo da Polícia Científica de São Paulo.
Até o momento não há previsão de quando o documento ficará pronto. O resultado do exame irá apontar se a criança foi realmente vítima de violência sexual.
O caso veio à tona quando a médica do pronto-socorro da cidade percebeu que a bebê apresentava rigidez cadavérica, marcas roxas pelo corpo e dilaceração do ânus. Ela então decidiu acionar a Polícia Militar após notar supostas marcas de violência física e sexual.
Com informações do G1