10 de julho de 2026
Esporte

Parque Olímpico do Rio busca recuperar vocação

Por Da Redação |
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ERA PARA SER UM LEGADO. Ao longo de todo o ano passado, as quatro instalações esportivas sediaram apenas 38 competições. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Sem a força que prometiam as autoridades nos anos que antecederam a Olimpíada, o "coração dos Jogos do Rio" tenta voltar a bombar. Palco de 16 das 42 modalidades esportivas disputadas em 2016, o Parque Olímpico da Barra passou os últimos anos sendo mais conhecido por sediar festivais de música ou de jogos eletrônicos do que propriamente pelo esporte. Agora, tanto o governo federal quanto o município do Rio fazem um esforço para tentar devolver ao espaço sua vocação esportiva.

Ao longo de todo o ano passado, as quatro instalações esportivas geridas pelo governo federal - Velódromo, Centro de Tênis e Arenas Cariocas 1 e 2 - sediaram apenas 38 competições. Para este ano, 34 eventos estão previstos até o momento.

Entre as competições confirmadas para os próximos meses estão a Copa Davis, o Campeonato Pan-americano de Tae kwon do, o Campeonato Pan-americano de Jiu-Jitsu e o Campeonato Mundial de Handebol em Cadeira de Rodas, entre outros.

Única instalação sob responsabilidade da Prefeitura do Rio, a Arena Carioca 3 tem movimento maior. No ano passado, o espaço sediou 43 disputas, enquanto outras 22 estão confirmados para este ano. Fundamental para a realização da Olimpíada no Rio, o Parque Olímpico foi construído sob a promessa de que deixaria como legado instalações de alto nível para o desenvolvimento do esporte de alto rendimento.

Na prática, isso vem acontecendo apenas no Parque Aquático Maria Lenk, que integra a área. A instalação, contudo, foi erguida ainda à época dos Jogos Pan-Americanos de 2007. O local é administrado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). Tanto o governo federal quanto o município do Rio informaram que, além dos eventos esportivos, os espaços também abrigam outras atividades.