Por muito pouco o jejum de títulos do Brasil não chegou ao fim. De volta ao calendário esportivo após o cancelamento em 2020, a 96ª edição da São Silvestre teve corredores da África, campeões da prova em 2018, novamente no topo do pódio. No masculino o etíope Belay Bezabh ultrapassou o brasileiro Daniel Nascimento no quilômetro final para sagrarse campeão com 44m54. No feminino, Sandrafelis Chebet dominou de ponta a ponta e completou a prova em 50s06.
A largada da elite masculina e do pelotão geral foi às 8h05 (de Brasília). Diferentemente do feminino, os homens mantiveram um pelotão maior, com cerca de 15 atletas, nos primeiros quilômetros de prova.
O pelotão feminino da elite partiu às 7h40 (de Brasília), com praticamente todas as atletas retirando as máscaras de proteção logo após a largada – o equipamento de proteção só era obrigatório nas áreas de aglomeração, no início e no fim.
“Há dois anos, eu falei que ia evoluir muito. Agora eu consegui o segundo lugar na São Silvestre, e vamos continuar evoluindo”, disse Daniel, representante do Brasil na Maratona nas Olimpíadas e 11º colocado na São Silvestre, em 2009.